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As 3 perguntas erradas feitas por empresas quando escolhem seu parceiro para outsourcing tech.

by Milena Teodoro on

Acredito que você já saiba dessa informação (ou, sofre com ela no seu dia a dia): O mercado brasileiro leva em média 45 a 60 dias para fechar uma vaga de tecnologia e o pior: para posições mais especializadas, esse número ultrapassa 90 dias com facilidade.
Minto! O pior na verdade é isso: o custo de substituir um profissional de TI, considerando reposição, perda de produtividade e curva de aprendizado, é estimado entre 50% e 200% do salário anual da posição.

Esses números são conhecidos, mas o que raramente se mede é o que acontece dentro da operação enquanto o relógio corre e este profissional ainda não está na linha de frente do projeto.

  • O projeto que perde ritmo;
  • O time que absorveu o que não deveria;
  • O gestor que parou de gerir para cobrir o que faltava.

Esse custo invisível não entra no relatório, mas entra na conversa com o cliente quando o prazo escorrega, na reunião de resultado quando a entrega foi para o próximo trimestre, e no desligamento de quem segurou a operação por tempo demais.

É nesse ponto que a maioria das empresas faz a pergunta errada:

“Como contrato mais rápido?”

É uma pergunta aparentemente simples, urgente, prática, tem uma resposta possível, o problema é que ela resolve a ausência do profissional e ignora a instabilidade que se instalou enquanto a vaga ficou aberta. A pergunta mais útil deveria ser outra:

“Como o time opera com estabilidade independente do que acontece com as contratações?”

Existe um padrão que aparece com frequência em operações que usam outsourcing como resposta emergencial. A demanda cresce, a contratação é acelerada, o profissional é alocado e a operação retoma o ritmo. Alguns meses depois, o profissional sai. O ciclo recomeça.

Pesquisas de RH indicam que profissionais alocados sem acompanhamento estruturado têm taxa de turnover significativamente mais alta nos primeiros 12 meses. O custo desse ciclo raramente aparece em um relatório, mas aparece no resultado. É o conhecimento que foi embora junto com o profissional, a curva de aprendizado que recomeça do zero, o time que se reorganiza mais uma vez enquanto a entrega espera.

Quando o outsourcing começa e termina na alocação, sem desenvolvimento, sem gestão contínua, ele resolve uma urgência e cria uma dependência.

Empresas que chegam a um nível de consistência na gestão de times de tecnologia fazem uma transição que nem sempre é percebida de fora. Param de usar outsourcing para resolver crises e passam a usar como modelo de operação contínua.

No modelo emergencial, cada vaga aberta é um problema novo que consome energia e atenção da liderança. No modelo contínuo, o time escala com previsibilidade. O profissional entra com integração estruturada, tem plano de desenvolvimento, recebe feedbacks consistentes e é acompanhado ao longo do tempo. O gestor mantém foco na entrega porque não precisa interromper o próprio trabalho para gerir reposição.

Para esta transição nem estamos falando em orçamento maior, apenas perguntas diferentes antes das escolha do seu novo parceiro de Outsourcing tech:

Três perguntas que revelam onde está o problema:

  1. Quando um profissional alocado sai, o conhecimento que ele acumulou fica na operação ou vai embora com ele?
  2. Quando uma vaga se abre, o time absorve a transição com previsibilidade ou sente impacto imediato na entrega?
  3. O parceiro de outsourcing acompanha o profissional depois da alocação ou o relacionamento se encerra ali?

Ficou bem mais complicado responder estas do que o simples “Como contrato mais rápido?”, mas as respostas dessas tendem a ser reveladoras sobre onde está o problema real e o que precisa mudar.

A Starta já tem um modelo para te ajudar: Veja como não deixamos a maior cooperativa de crédito do Brasil se preocupar com estas questões:

Neste cliente, a Starta mantém 40 profissionais alocados há mais de 5 anos, com um turnover abaixo de 3% no período e nota máxima de aderência por meses consecutivos. Aqui nos preocupamos com a velocidade de contratação, mas também com o nosso modelo que trata cada especialista alocado como parte do time, com PDI, acompanhamento estruturado e desenvolvimento contínuo.

Velocidade importa: a Starta entrega profissionais validados em até 3 dias, estando com a operação estável em média em 15. Mas a principal diferença é que sabemos que velocidade sem estabilidade resolve o hoje e compromete o amanhã.

Quando a pergunta muda de "como contrato mais rápido" para "como o time opera com estabilidade", o outsourcing deixa de ser apagador de incêndio e passa a ser parte da estratégia.

Gostou desse conteúdo e quer saber mais como somos há meses fornecedora 5 estrelas neste cliente? Me chame no Whatsapp que te explico melhor!

 

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